A nossa história

Cá em casa, o Natal nunca está completo sem uma ronda de bingo. Os cartões saem da gaveta, os feijões ou as moedas servem de marcadores, e a mesa enche-se de riso, de protestos e de gritos de “Bingo!” a cada jogada.

A tradição foi crescendo. Houve anos em que o bingo não ficava pelo dia de Natal: sempre que a família se voltava a juntar, lá vinham os cartões outra vez. É um daqueles jogos que põe toda a gente à volta da mesma mesa, dos mais novos aos mais velhos, e que nunca cansa.

O problema de ninguém querer cantar os números

Havia, porém, um problema que se repetia em todas as sessões: ninguém queria ser o responsável por dizer os números. Quem fica com essa tarefa passa o jogo inteiro a tirar bolas, a ler em voz alta e a confirmar o que já saiu, e acaba por ser o único que não se diverte como os outros. É uma função útil, mas, vamos ser sinceros, um bocadinho maçadora.

Da ideia ao site

Foi daí que nasceu a ideia: e se fosse o computador a tratar disso? Um site capaz de fazer o sorteio e cantar os números em voz alta, para que toda a gente pudesse jogar sem que ninguém tivesse de ficar de fora. Assim surgiu a Bingadeira.

O objetivo é simples: quem organiza o jogo passa a poder sentar-se à mesa como os outros, e o bingo volta a ser, para todos, uma tarde ou uma noite de convívio.

E agora?

A Bingadeira continua a crescer com as sugestões de quem a usa. Se tens uma ideia ou encontraste algo que podia funcionar melhor, vamos gostar de a ouvir.

Experimentar a Bingadeira